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Renato Livera é um artista brasileiro, natural de Goiânia (GO). 

 

Atualmente circula pelo Brasil e pelo exterior com o monólogo teatral [ C O L Ô N I A ], dramaturgia de Gustavo Colombini e direção de Vinicius Arneiro.  A peça conferência idealizada pelo ator foi indicada ao prêmio APCA de dramaturgia, é destaque nos festivais internacionais como o FITEI, Festival de Curitiba, MIT SP, MIRADA, recebendo críticas de importantes jornais mundiais como o britânico The Guardian, o brasileiro Folha de São Paulo e o Jornal de Notícias de Portugal.

 

Recentemente protagonizou a série " Matches", segunda série brasileira de comédia do Canal Warner prevista para outubro. Atuou na produção 1 Contra Todos, série de televisão brasileira produzida pela FIC e Conspiração Filmes e distribuída pela FOX Brasil, direção geral de Breno Silveira e Daniel Lieff. Foi indicada ao Emmy Internacional de melhor série dramática

 

Foi indicado ao prêmio “Troféu Imprensa” como ator revelação da Tv brasileira em 2016 e no teatro foi indicado a melhor ator coadjuvante no prêmio Ítalo Rossi. No cinema atuou nos longas "O Tronco", de João Batista de Andrade e "Justiça na cidade armada" de Alvarina Souza. Recebeu uma indicação a melhor ator no Festival de Cinema de Goiás, com o curta-metragem "Tempo de Espera" de Selma Ferreira.

 

Iniciou seus trabalhos no teatro em 1996 com a peça "O Juiz de paz da roça", de Martins Pena. Dois anos depois ingressou na Cia. Teatral Martim Carerê, realizando sua primeira apresentação fora do país, no Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI), em Portugal. Ainda em Goiânia foi aluno da primeira turma de Artes Dramáticas da Universidade Federal de Goiás (UFG). Cursou comunicação na Faculdade Cambury e em seguida fez graduação em Artes Dramáticas no Rio de Janeiro, reforçando sua performance nas artes cênicas, na tv e no cinema. 

 

Chegando no Rio de Janeiro em 2001, foi convidado pela diretora Ana Kfouri a integrar o Grupo Alice 118. Viajou pelo país, através do Palco Giratório, com os espetáculos "Comoção", "Potlach" e "Eu sou mais Nelson". Ministrou turmas de pesquisas cênicas no Centro de Estudo Artístico Experimental (CEAE) do Sesc Tijuca por 5 anos.

 

Em 2007 fundou a Cia. Físico de Teatro, assinando a direção e idealização de importantes espetáculos, entre eles “Savana Glacial”, com dramaturgia de Jô Bilac, ganhador do Shell carioca de melhor dramaturgia e eleito um dos dez melhores espetáculos de 2010 pela Veja Rio, e de 2011 pela Folha de São Paulo. Circulou pelos mais expressivos festivais e circuitos teatrais brasileiros ao longo de 6 anos.

 

Assinou a direção de fotografia para o vídeoclipe "Caminhão", de Edu Grau e para o curta metragem "Assalto", além de projetos audiovisuais para o teatro e a música. 

 

Dirigiu seu primeiro curta metragem "Acordes" em 2016 e atualmente está em fase de produção do documentário Colônia.